...sobre work life/balance. Este é o nome utilizado na empresa em que trabalho e que me parece o que melhor descreve o tema. Em português diria algo como equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, mas não soa tão bem. Há também o clássico "Trabalha-se para viver ou vive-se para trabalhar?".
Ultimamente, não sei se por alguma razão especial ou não, este assunto tem surgido com maior frequência em jantares, conversas com diferentes grupos. Acho que poderá ser um sintoma do aproximar dos 30 e de querermos também qualidade de vida. Mas ainda há muitos casos de a parte work ser largamente preponderante, e sobrando pouco tempo para o personal.
Tenho a cultura escandinava como o que de mais avançado há nesta área (no meio das outras milhares de coisas...) e aí o lema é claro - qualidade de vida acima de tudo. É aqui que me revejo. Com produtividade no trabalho, mas durante o horário de trabalho, com flexibilidade. Cultura de performance - tenho os objectivos para serem cumpridos e é isso que conta e não se trabalho 35, 40, ou 50 horas. Agora a questão é: as empresas estão claramente a abusar da nossa insegurança como trabalhadores que necessitam de ordenado para descarregarem o máximo que podem. Mas há condições perante as quais não podemos aceitar trabalhar. Ou então qualquer dia é como na China que não há direitos, só deveres. É uma vida passada a trabalhar. E vida, pelo que eu sei, só há uma...
Ultimamente, não sei se por alguma razão especial ou não, este assunto tem surgido com maior frequência em jantares, conversas com diferentes grupos. Acho que poderá ser um sintoma do aproximar dos 30 e de querermos também qualidade de vida. Mas ainda há muitos casos de a parte work ser largamente preponderante, e sobrando pouco tempo para o personal.
Tenho a cultura escandinava como o que de mais avançado há nesta área (no meio das outras milhares de coisas...) e aí o lema é claro - qualidade de vida acima de tudo. É aqui que me revejo. Com produtividade no trabalho, mas durante o horário de trabalho, com flexibilidade. Cultura de performance - tenho os objectivos para serem cumpridos e é isso que conta e não se trabalho 35, 40, ou 50 horas. Agora a questão é: as empresas estão claramente a abusar da nossa insegurança como trabalhadores que necessitam de ordenado para descarregarem o máximo que podem. Mas há condições perante as quais não podemos aceitar trabalhar. Ou então qualquer dia é como na China que não há direitos, só deveres. É uma vida passada a trabalhar. E vida, pelo que eu sei, só há uma...
Tocaste na ferida da sociedade actual...
ResponderEliminarCada vez mais o que me revolta não são as empresas mas sim a submissão dos trabalhadores... e acho que tu já sabes disso não é? ;)
Beijinhos felizes (sim, pq antes eram bem infelizes!)
xleen
Sei, mas não o soube por ti, o que está mal...
ResponderEliminarTinha quase a certeza que te tinha dito!!!
ResponderEliminarCafé para quando? :) (ando a precisar...)
bjs
xleen