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sexta-feira, 16 de abril de 2010

um olhar...

Continuo com pouca vontade em escrever. Mas nestes últimos dias tenho sentido muitas saudades da Islândia...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

um olhar...

Bem sei, bem sei, isto tem andado pouco movimentado por estas bandas. Como tal venho justificar-me. Sei que tal não é obrigatório, mas quero. Vamos lá então recapitular o que se passou desde 5ª feira passada até hoje:

  • Cerca de 1.700 km a conduzir um carro, o que me ocupou cerca de 20 horas lá dentro (muitos kms feitos a 140km/h e muitas horas passadas a 0 km/h, derivado das condições climatéricas)
  • Cerca de 15 horas passadas em cima de uma prancha de snowboard a deslizar pista abaixo.
  • Cerca de 60 m em subida a pé numa montanha cheia de neve, com uma prancha às costas (foras de pista nem sempre correm bem...)
  • Ver muita muita neve a cair da janela de casa, do carro, a descer pistas.
  • Ter assistido ao meu carro marcar -9.5º, tendo chegado ao ponto de os vidros não abrirem.
  • Participei de uma excelente festa de aniversário em terras espanholas, com muitas peripécias
  • Boas croquetas e puntillitas no Tia Maria, bem acompanhadas de cañas.
  • Regresso ao trabalho, felizmente já com a CREL aberta num sentido.

E pronto, é isto que tenho para relatar. Agora é tempo de recuperar cinema em atraso, Anticristo, Invictus não perdem pela demora (e talvez Precious, State of War, Bobby Cassidy...)

Enjoy!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

um olhar...

sometimes Iceland pops in my mind...

The sea, with whales playing around, singing their song, approaching the boats to see what's going on, what are these people doing around us, with their cameras and everything. The small cities, really really small, so smal it is even hard to call it cities. Villages, no more than one road, houses on both sides and a gas station. A road, most likely a gravel road you can't see an end to, giving us the feeling of having spent the whole day there. The beaches, the black sand beaches.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

um olhar...

Care for some Bolivian wild flamingos pictures?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

um olhar...

Uma das maravilhas que nos fez visitar a Bolívia foi o Salar de Uyuni, a maior planície salgada do mundo, com uma dimensão superior a 10.000 km2 e situado a 3.650m de altitude, parte do Altiplano Andino. Por mais fotos e palavras que aqui vos deixe, fico com a sensação que é impossível retratar esta paisagem, o sentimento de ter uma imensidão de branco à nossa volta, o sentir a textura do sal, os jogos de luz que nos é permitido fazer, as ilhas situadas no meio do salar, é tudo tão diferente e único que não sei, não consigo, não posso traduzir a magnitude da coisa. É uma sensação muito estranha, estar (e almoçar) numa ilha com sal à volta, em vez de água. A última foto, tirada do topo da ilha Pescado dá para ter uma ideia da nossa pequenez no meio do salar, uma espécie de auto-estrada que se encaminha para os vulcões lá ao fundo, lá longe. E por aqui me fico.






Enjoy!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

um olhar...

Hoje meto aqui umas só do Chile. Só foram 3 dias passados por lá, 1 em Santiago e 2 em San Pedro Atacama, mas deixaram água na boca para uma visita com mais tempo só mesmo dedicada a este país. É que ainda têm para se conhecer pelo menos Ilha da Páscoa, a zona de praias a norte de Santiago (Valparaíso, La Serena) e depois os parques maravilhosos de glaciares a sul (Torres del Paine, entre outros). Chile então.

Santiago - pátio com esculturas.


A caminho de San Pedro Atacama, vindo da Bolívia, percebe-se bem que se trata de um óasis no meio do Deserto de Atacama, o mais árido do mundo, onde chove em média 3 horas por ano...


Nice San Pedro Atacama, com o Vulcão Licancabur (6000m) sempre presente.


Miradouro para a Cordilheira de Sal, Deserto de Atacama. No comments.


Geisers El Tatio, o maior campo de geysers do hemisfério sul e o terceiro maior do mundo. Really impressive...


Enjoy!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

um olhar...

E que tal mais umas imagens trazidas na mochila do continente maravilha América do Sul? Desta vez vou colocar para aqui algumas fotos de locais históricos pelos quais passámos nesta viagem, tentando explicar de uma forma rápida e concisa a estória por trás das imagens. É que viajar também é isto - partilhar.

1. Cerro Rico - A montanha que está sempre presente em Potosí. A montanha que suportou praticamente o Império Espanhol por séculos, com a prata toda que daí foi extraída (estima-se que tenham sido 45,000 ton entre 1556 e 1783). A montanha que ainda hoje é perfurada e onde trabalham ainda cerca de 700 mineiros, numa rotina que devem ser das piores condições que a raça humana está hoje sujeita. Impressiona pelo simbolismo histórico e pelo peso humano, uma vez que é muito provavelmente o local específico onde morreram mais pessoas em toda a História - estima-se que esse número se situe pelos 8 milhões.


2. Casa da Independência, Sucre - Local onde foi fundada a Républica Boliviana, pelo próprio Simon Bolívar. O nome actual da cidade é uma homenagem ao General Antonio de Sucre, grande instigador da independência do território que hoje é a Bolívia e na altura se denominava Alto Perú.


3. Tiwanaku - Um local arqueológico precioso, localizado próximo do Lago Titicaca, foi durante séculos o centro do Impérico Tiwanaku, quase totalmente desconhecido por estas bandas, mas de uma importância semelhante ao Impérico Inca, uma vez que foi o seu predecessor. Estima-se que durou por mais de 2500 anos (1500 A.C. a 1000 D.C.) e ocupou uma larga extensão do que é hoje a Bolívia, Peru e Chile. A sua queda foi ditada por uma seca muito forte que levou à necessidade de imigração da sua população e o império foi desmembrado. Mais tarde, os Incas vieram buscar muito da cultura Tiwanaka para incorporar na sua, nomeadamente adoração ao deus sol e o quechua como linguagem.


4. Palácio La Moneda, Santiago Chile - Local central na política chilena, sendo ao mesmo tempo Casa do Presidente e local onde funcionam 3 ministérios. Tornou-se mais conhecido quando, em 1973 foi atacado pelas forças militares comandadas pelo General Pinochet (com a CIA na retaguarda), com o objectivo de depôr o presidente Salvador Allende, que ali se suicidou, dando lugar a um regime ditatorial que vigorou no país entre 1973 e 1990. Engraçado ter apanhado o palácio com um carro dos Carabineros à frente, força que também colaborou nessa tomada de poder, há 36 anos atrás.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

um olhar...

Só para dar um primeiro aspecto da coisa. Sem grandes conversas, sem grandes explicações, que estas imagens falam por si.





As fotos são respectivamente: Flamingos na Laguna Hedionda; Salar Uyuni; Sucre; Pegadas Dinossauro no Parque Nacional Toro Toro.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

um olhar...

Aca se esta muy bien, en Sucre, una ciudad muy hermosita. Tiene un parque cretacico impresionante, con más de 5.000 huellas de dinossaurios, una Catedral en la Plaza 25 de Mayo que llama nuestra atención y mañana nos vamos al Mirador, y a otros museos interesantes. Que ló disfruten usted por ai.

Saludos!

terça-feira, 28 de julho de 2009

um olhar...


Para trás uma passagem que tínhamos de passar. Naquela hora, naquele instante. A programação não permitia atrasos. Com dificuldades acrescidas, nevão forte, sem correntes para os pneus, desconhecimento da estrada. Numa terra longe. Ias tu ao volante, apenas porque assim calhou. Já não me recordo bem qual o sistema que decidia quem conduzia quando. Mas acabei por levar (por prazer) na maioria dos quilómetros que se colocaram à nossa frente. Mas não ali. Ali ias tu ao volante. Chateada da vida, pois, também eu estaria, com tão poucos quilómetros foram-te logo calhar os mais dificeís, mais exigentes, sorte malvada. Eu apoiei no possível, sendo que na altura o possível era ir tirando fotos para mais tarde nos lembrarmos de tudo isto e haver qualquer coisa para se colocar aqui neste post que não só texto. O que é certo, é que o Arthur's Pass ficou para trás e tudo pode correr conforme planeado. Como acaba sempre por ser.

terça-feira, 14 de julho de 2009

um olhar...

Japão - País do "Lost in Translation". Um dos motivos que me fez voar até ao Japão foi este filme, para o qual já não tinha adjectivos, e agora ainda ganhou uma totalmente nova dimensão. Vejo e revejo e os meus olhos brilham, os meus lábios sorriem, o meu coração pula, os meus pelos eriçam, com cada detalhe, cada pormenor maravilhoso. Tive que ir visitar alguns dos locais que aparecem no filme e foi um deleite puro.

Heian Jingu Garden, Kyoto, onde a Charlotte vem passear.Heian Jingu Shrine, por onde se passa para o jardim acima.
Nanzenji Temple, onde acontece a cerimónia de um casamento, a qual a Charlotte fica a ver.

Shibuya Crossing, uma maravilha passear ali, o caos de Tóquio retratado desta forma. Atravessar aquela estrada foi muito muito intenso.

A entrada do hotel, que aparece várias vezes mas sobretudo onde se juntam após o alarme de incêndio.
"For a relaxing time, make it Suntory time"

Espero que vos dê vontade de rever o filme, para se lembrarem de tudo isto e sentirem as emoções percorrerem o vosso corpo... Tão bom!

terça-feira, 7 de julho de 2009

um olhar...

Japão, Parte 5: Edifícios, especialmente Templos. Por todo o lado. Em todas as cidades. Templos xintoístas e budistas. Templos lindos, bem conservados, utilizados no dia-a-dia por monges. E um Castelo fenomenal. Neste capítulo não há mesmo muito a dizer, a não ser mostrar as imagens.

Templo Zen em Kyoto.

Kinkaju Temple, ou Golden Pavillion, como é mais conhecido, também em Kyoto. Em folha de ouro... A iluminação nocturna de um templo é linda. Um dos postais do Japão - Castelo de Himeji. 7 andares, uma vista estrondosa, compartimentos escondidos para contra-ataque inesperado e como não podia deixar de ser um belo jardim à volta.

Fica assim concluída a retrospectiva da viagem ao Japão, deixando apenas em aberto o capítulo surpresa que poderá aparecer a qualquer momento, quando menos se esperar. Mas irá valer a pena, garanto. Pelo menos para mim....

segunda-feira, 6 de julho de 2009

um olhar...

Japão, Parte 4: Tóquio. 13 milhões de habitantes, ou seja mais que Portugal. Pelos números consegue-se imaginar o caos. E sim, é um caos, mas um caos organizado, para o qual contribui o facto de andarem todos à mesma velocidade, respeitarem-se mutuamente, e terem uma rede de transportes extremamente eficiente. Tóquio tem um ritmo frenético, pessoas por todo o lado, oferta de lojas e restaurantes impressionante que não se fica pelo piso térreo, muitas vezes é um(a) diferente em cada andar!

Shibuya at night. Não gostaria de ver a conta de electricidade destes senhores...

Akihabara, bairro onde os otaku (geeks) se deslocam em massa para ver os gadgets electrónicos mais recentes, bem como encontrar o livro de manga/animé que acabou de sair.

Pachinko é o nome deste jogo que se encontra em todo o lado. É estilo slot machine, mas colocam-se bolinhas e aquilo supostamente tem de fazer uma determinada sequência de movimentos para se ganhar...
Aos domingos à tarde, em Harajuku, assiste-se ao fenómeno cosplay-zoku, onde se juntam pessoas que encarnam a pele de um herói de manga ou algum tipo de banda desenhada e convivem na rua, falando das suas vestes, maquilhagem, etc. É uma atracção turística única no mundo!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

um olhar...

Japão - Parte 3: Pessoas. Muitas. Tóquio só por si tem 13 milhões habitantes o que dá para tentar visualizar o movimento que vai naquela cidade. Mas deixemos Tóquio para outra altura. Pessoas. Japoneses e Japonesas. Afáveis, muito educadas, muito respeitadores das outras e da sociedade em geral. São os principais culpados por não haver lixo nas ruas das cidades. Mas por outro lado histéricos, sempre aos gritos seja a tentar vender algo, seja a cumprimentar quem lá vem. Aqui ficam alguns exemplares interessantes de japoneses:

Políticos a fazer campanha na rua. Não há cá grandes comitivas, um entertainer ao microfone, duas mulheres e um homem para segurar as bandeiras e o próprio político a acenar para a multidão e está feito.

College girls. Tanto rapazes como raparigas sempre com farda. The way it has to be.

Grupo de rockabillies a dançarem música anos 50 numa praça em Tóquio vestidos a rigor. Chegaram de Cadillac cor de rosa, puseram som na praça e toca a dançar.


Casamento num jardim em Hiroshima. Momento único de felicidade.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

um olhar...

Continuando a partilha da experiência que foi a visita ao País do Sol Nascente, quero agora falar um pouco mais sobre o contacto com a Natureza que o país permite. E qualquer conversa sobre este tema relacionado com o Japão tem de passar pelo Monte Fuji! A foto abaixo foi da janela do nosso hotel, 7 da manhã. Até então só víamos nuvens, mas ali foi possível observar a montanha sagrada para os japoneses em toda a sua plenitude e beleza, ainda com bastante gelo no topo. Não era climbing season, portanto não foi permitida a subida ao topo (3776m), mas fizémos um trekking de uma estação a meio do monte (2305m) até cá abaixo, 3 horas sempre a andar...


Macacos selvagens nas montanhas à volta de Kyoto.

Veados selvagens (mas pouco) em Miyajima Island, ilha ao largo de Hiroshima e na qual existe o torii gate mais famoso do país (na foto com o pôr do sol num post mais antigo).
Jardim em Hiroshima. Impressionante o cuidado com o jardim, a limpeza e a beleza do mesmo!

Enjoy!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

um olhar...

Vamos lá então tentar fazer uma análise um pouco mais detalhada sobre o Japão. E vou fazê-lo por áreas: Natureza; Templos; Pessoas; Tóquio; Comida. E depois haverá direito a uma área bónus, muito específica que será surpresa até ser revelada.

Comecemos então pela comida, uma vez que tem sido muito perguntado. Basicamente, o que havia lá é comida japonesa. Não apenas o sushi e sashimi que se pode encontrar num qualquer restaurante japonês que existe por cá, mas muitas outras coisas, como ramen (sopa com noodles), caril japonês, carne de baleia, vários pratos de tofu, e outras coisas que não faço a mínima ideia. Isto porque muitos restaurantes não tinham menu em inglês, valendo-nos apenas as imagens dos pratos para decidirmos. Não nos aventuramos muito, mas comi coisas que não faço ideia o que eram. E duas idas a italianos e uma a um indiano ajudaram a compôr a coisa. Deixo algumas imagens (como sempre, clicar para aumentar):

Menu à vista com imagens dos pratos na montra. Na de baixo, com todos os pratos para escolha mas em plástico.

Okonomiyaki - Prato tradicional Hiroshima
"What kind of restaurant makes you cook your own food?"
Enjoy!